O governo brasileiro está, de diferentes formas, se movimentando em resposta ao Netflix. E, ao que parece, o Ministério da Cultura está preparando um concorrente nacional, que deve ser lançado em 2016 e cujo catálogo deve incluir apenas filmes nacionais.

Ainda não há muitos detalhes sobre o serviço, mas sabe-se que o catálogo terá filmes sob domínio público, oferecidos de graça, e também filmes pagos. No Brasil, filmes entram em domínio público setenta anos após a divulgação da obra: portanto, se foram lançados até 1944, eles podem ser distribuídos sem pagar direitos autorais.

No entanto, a ideia é que este Netflix nacional também inclua filmes brasileiros mais recentes, e que são pagos.

Ancine e Anatel também estão reagindo ao Netflix, que anda irritando as operadoras de TV paga. As agências prometem criar um marco regulatório para o serviço de streaming: elas querem obrigá-lo a pagar certos impostos (como ICMS e Condecine) e a exibir um mínimo de programação nacional.

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